Arquivo do mês: março 2014

A Igreja Católica a partir da quarta feira de cinzas inicia o tempo litúrgico chamada de QUARESMA.

A palavra tem sua origem no latim e significa quadragésima.

Esse tempo litúrgico se refere aos 40 dias que se antecedem ao domingo de Páscoa ou à ressurreição de Jesus.

E por que do número 40?

Encontramos na bíblia várias passagens se referindo ao número 40. Por exemplo os 40 anos de travessia do Egito à terra prometida realizada pelo povo judeu  sob o comando de Moisés. Foram 40 anos de experiência humana e religiosa, sofrimento, alegria, conversão, penitência, purificação, alegria, fé, esperança até chegar a tão esperada Terra Prometida por Deus. O que parecia Utopia se tornou realidade.

Ou exemplo encontramos no Novo Testamento: Jesus passou 40 dias e 40 noites no deserto se preparando para a sua missão.

Para nós Cristãos Católicos, a quaresma significa tempo de preparação, de purificação, conversão, de superação, de fé e esperança aguardando a chegada do Ressuscitado, o centro e sentido de nossa fé e de nossa crença.

By José Luiz Cruz Duarte

Existe um caso sequer, em algum lugar do planeta ou em algum momento da história, comprovando que dinheiro comprou amor? Você sabe de algum caso em que o dinheiro fez com que alguém amasse outro alguém ou algo verdadeiramente?

A resposta é NÃO, nunca houve e não há na humanidade um exemplo que seja de que o dinheiro tenha comprado AMOR DE VERDADE. O dinheiro já comprou até a honra de certas pessoas. Já comprou dignidade, traições, sexo, jóias, assassinatos, mas NUNCA comprou amor de verdade. Talvez esta constatação fácil represente a última e mais forte resistência do ser humano ao materialismo completo.

Em uma palestra, um participante afirmou que “todo homem tem seu preço!”. Eu perguntei a ele: “por quanto você venderia seu filho?”. Ele calou-se e, embora alguns até vendam, muitos outros nem admitem esta conversa, tem asco por este assunto, provando mais uma vez que dinheiro não compra AMOR.

E qual a relação desta matéria com o mundo dos negócios? Já vi muitas vezes funcionários chorarem nas empresas por um trabalho bem feito, após uma conquista ou uma derrota. Este vínculo não tem preço e não está à venda. Esta é a vinculação. Empresas inteligentes estabelecem com seus profissionais um laço de relacionamento que traz poderosíssimos recursos para o trabalho: o amor, a admiração pela empresa, o vínculo sentimental além do mero “paga que eu trabalho”. Nunca se fez nada perfeito nem grandioso sem amor à obra. E, de quebra, é muito mais gratificante obter lucro amando o que se faz e onde se trabalha do que mecanicamente.

Como fazer esta mágica? O presidente, auxiliado por RH, deve estabelecer um plano de ação para divulgação ampla dos valores da empresa. Neste plano deve ser garantida a clara e contínua comunicação transparente entre patrões e empregados, tendo o lucro como medida final, o método como caminho e o amor pela empresa e por tudo o que a cerca (patrimônio, cliente etc.) como base para as atitudes.

Em 1966, Paul McCartney e John Lennon compuseram a canção Money can’t buy me Love (o dinheiro não pode comprar-me amor), onde já imortalizaram musicalmente esta verdade. Se alguém que lê este texto achou o título babaca, piegas ou coisa que o valha, só tenho a lastimar. Lastimo que o sentimento mais poderoso da vida ainda não contribua para a riqueza das empresas e que os valores das companhias não sejam a referência da relação entre as organizações e os seus profissionais.

Paulo Ricardo Mubarack

www.mubarack.com.br

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O SANTO DO DIA

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